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O poder da mente humana na Educação Financeira Pessoal

 

Na introdução de palestras e workshops de Educação Financeira Pessoal, costumamos orientar os espectadores sobre o poder da mente humana. Seríamos levianos se partíssemos diretamente para a aplicação de planilhas e outros métodos de controle orçamentário.

 

Provavelmente, os espectadores, ali sedentos de conhecimento a fim de melhorar suas vidas financeiras, já tentaram várias opções de organização financeira sem sucesso, tais como: aplicativos, planilhas, caderninho, envelopes, entre outros.

Levando em consideração que todas as decisões econômicas são processadas, sentidas e realizadas pelo cérebro de uma forma geral, e diante de todas essas tentativas fracassadas, passamos a orientar os espectadores sobre o cérebro humano.

 

Além da divisão habitual feita pela literatura, consciente e subconsciente, propomos o estudo da Teoria do cérebro trino, criada em 1970 por Paul MacLean.

 

Teoria do cérebro trino

  • Neocórtex – representado pela fala, escrita e raciocínio. É responsável pela razão. Em uma ação de compra, primeiro o consumidor toma uma decisão, depois ele a justifica. É na hora da justificativa que o córtex entra em ação.

 

  • Sistema Límbico – é o responsável pelas emoções, como medo, prazer, recordações e memórias de longo prazo. A recordação repetida, guiada pela experiência, autoriza a aprendizagem indispensável às ações econômicas.

 

  • Cérebro Reptiliano – é o cérebro decisor, onde são decididas as compras por impulso. Ele é compulsivo e estereotipado.

 

Com essa teoria concluímos que as emoções continuam a dirigir o nosso comportamento, sendo então um fator decisivo em processos de escolha.

É importante verificar que podemos usar todo nosso potencial a favor de nossas metas e objetivos. Alinhando o nível de consumo ao orçamento programado, é possível tornar o saldo financeiro positivo e iniciar um investimento.

Mas afinal o que isso tem a ver com Nudge e Economia Comportamental?

 

Eu diria que tudo.

Nudge nada mais é que um termo inglês que significa cutucada, ou seja, empurrõezinhos em nosso processos cerebrais relacionados a escolhas e preferências.

Sabendo como as pessoas pensam, é possível criar um modelo de escolha que levará você (ou qualquer mente “sem controle”) ao consumo desenfreado ou desnecessário de produtos e serviços.

A chave é compreender como tomamos decisões e como podemos escolher produtos e serviços condizentes com nosso padrão de vida.

E então, você prefere estar no controle ou ser controlado?

 

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